É sugerido e recomendado que eles se associem livremente à ANFIC para usufruir de toda a sua infraestrutura, suporte jurídico e orientação pedagógica (Estatuto do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica, Art. 10º e 11º).
Os associados devem manter atualizada sua afiliação, comprovando a cada quatro anos atualização acadêmica de pelo menos 120 horas-aula por meio de pesquisa, publicação, docência, discência e participação em eventos da Filosofia Clínica (Estatuto do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica, Art. 12º).
Podem se tornar membros da ANFIC indivíduos que tenham concluído a formação em Filosofia Clínica e cumpram com as obrigações de associados, conforme estabelecido no Estatuto (Estatuto Social da Associação Nacional de Filosofia Clínica, Art. 46º).
Os órgãos gestores da ANFIC incluem a Assembleia Geral, a Diretoria, o Conselho Fiscal e os Conselhos Consultivos, Conselho Nacional de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica – CNED e Conselho Nacional para Assuntos Acadêmicos – CNAA. (Estatuto Social da Associação Nacional de Filosofia Clínica, Art. 7º)
A Assembleia Geral é o órgão máximo e soberano da ANFIC, responsável por zelar pelos Instrumentos Regimentais da Filosofia Clínica, eleger os membros da Diretoria e dos Conselhos, e deliberar sobre questões institucionais importantes (Estatuto Social da Associação Nacional de Filosofia Clínica, Art. 8º e 9º).
Os membros da Diretoria e dos Conselhos são eleitos separadamente pela Assembleia Geral. Diretoria (mandatos de 2 anos, com direito a uma única reeleição. Conselho Fiscal (mandato de 4 anos, sem direito a reeleição. Conselhos Consultivos (mandatos de 4 anos, com direito a reeleição). (Estatuto Social da Associação Nacional de Filosofia Clínica, Art. 7º)
A ANFIC é estruturada com uma Assembleia Geral, uma Diretoria, um Conselho Fiscal e Conselhos Consultivos. Cada um desses órgãos tem funções e responsabilidades específicas, como detalhado nos artigos pertinentes do Estatuto (Estatuto Social da Associação Nacional de Filosofia Clínica, Artigos 7º, 8º, 9º).
O Conselho Fiscal é responsável por estabelecer diretrizes para o plano de contas, fiscalizar e aprovar as contas da ANFIC, além de outras funções relacionadas à gestão financeira e econômica da Associação (Estatuto Social da Associação Nacional de Filosofia Clínica, Artigo 17º).
O patrimônio da ANFIC é composto por bens móveis e imóveis, direitos autorais, doações, e saldos financeiros. A gestão desse patrimônio é realizada de acordo com as disposições do Estatuto e sob supervisão dos órgãos gestores da Associação (Estatuto Social da Associação Nacional de Filosofia Clínica, Artigos 49º, 50º, 51º).
Os casos omissos no Estatuto são resolvidos conforme as Disposições Permanentes e Transitórias imputadas pela ANFIC, através de sua Diretoria ou Assembleia Geral, conforme as atribuições contidas no Estatuto (Estatuto Social da Associação Nacional de Filosofia Clínica, Artigo 55º).
As alterações do Estatuto devem ocorrer em Assembleia Geral, por solicitação da Diretoria, dos Conselhos ou por um quinto dos Associados, com a aprovação de dois terços dos Associados presentes (Estatuto Social da Associação Nacional de Filosofia Clínica, Artigo 57º).
O objetivo é normatizar as atividades acadêmicas e profissionais dos Filósofos Clínicos e Especialistas em Filosofia Clínica (Estatuto do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica, Art. 3º).
É o profissional formado que trabalha em diversas áreas como consultórios, clínicas, empresas e escolas, exercendo a Metodologia da Filosofia Clínica conforme reconhecido pela ANFIC (Estatuto do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica, Art. 2º).
As áreas incluem docência, consultoria empresarial ou educacional, prática terapêutica (exclusiva para Filósofos Clínicos) e pesquisa (Estatuto do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica, Art. 7º).
Os casos omissos serão resolvidos via Disposições Permanentes e Transitórias imputadas pela ANFIC (Estatuto do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica, Art. 14º).
Os Associados não respondem subsidiariamente pelas obrigações da ANFIC, inclusive os que exercem mandato deliberativo, assim como a ANFIC não se responsabiliza pelos atos praticados por seus Associados. (Estatuto do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica, Art. 15º)
Para pagar a anuidade na ANFIC, você pode seguir os passos descritos no site da associação. Primeiramente, acesse a seção de Filiação no site da ANFIC, clique no botão “Pagar anuidade”, e depois em “Ver carrinho” para concluir o processo. Além disso, o filiado também tem a opção de realizar o pagamento via PIX. Para isso, você pode usar o QR Code disponível no site ou realizar o pagamento via PIX copia e cola, utilizando a chave PIX específica fornecida pela ANFIC.
Confira todos os dados clicando aqui.
O valor da anuidade pode ser encontrado na mesma página de filiação no site da ANFIC. Além do valor, você encontrará a opção de realizar o pagamento via PIX ou PayPal (Cartão de Crédito).
Para verificar se sua anuidade está em aberto, você pode entrar em contato diretamente com a ANFIC através dos canais de atendimento disponíveis no site. Envie um e-mail para [email protected] ou utilize o formulário de contato disponível na página de contato do site. Ao entrar em contato, forneça seu nome completo e, se possível, seu número de filiado ou CPF. Isso ajudará a ANFIC a fornecer informações precisas sobre o status da sua anuidade.
O principal objetivo do Código é regulamentar as normas éticas e disciplinares aplicáveis a todos os profissionais associados à ANFIC que atuam no uso do nome da Filosofia Clínica (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 3º, §1º).
Os deveres fundamentais incluem preservar a honra, nobreza e dignidade da profissão, atuar com independência, honestidade, decoro, lealdade e boa-fé, zelar pela reputação pessoal e profissional, e empenhar-se no aprimoramento pessoal, acadêmico e profissional (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 5º).
O sigilo profissional é inerente à profissão, devendo ser respeitado, salvo em casos de grave ameaça ao direito à vida ou à honra, ou quando o Filósofo Clínico e o Especialista em Filosofia Clínica se veem em dever de defesa própria sobre assunto grave (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 7º).
Sim, os anúncios devem ser feitos com discrição e moderação, com finalidade exclusivamente informativa. É vedada a divulgação conjunta com outras atividades que possam gerar dúvidas sobre os serviços oferecidos (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 12º).
Os honorários devem ser fixados considerando a condição econômica do partilhante, o local da prestação do serviço, a competência e o renome profissional, e a praxe de tratamentos análogos (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 17º).
O Filósofo Clínico e o Especialista em Filosofia Clínica devem abster-se de vincular seu nome a atividades de cunho duvidoso e de emprestar concurso a atos que atentem contra a ética, moral, honestidade e a dignidade da pessoa humana. (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 6º).
O Filósofo Clínico não deve aceitar atendimento terapêutico de partilhantes que já estejam sob tratamento com outros Filósofos Clínicos, salvo por motivo relevante e buscando acordo entre as partes (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 10º).
O Filósofo Clínico e o Especialista em Filosofia Clínica deve tratar o público em geral com respeito, discrição e independência, exigindo igual tratamento e zelando pelas prerrogativas a que tem direito (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 19º).
O CNED tem competência para orientar e aconselhar a ANFIC sobre ética profissional, responder a consultas, julgar processos disciplinares, organizar cursos sobre ética profissional e efetuar desagravo público a Filósofos Clínicos injustamente ofendidos profissionalmente. (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 22º e 23º).
Os casos omissos serão resolvidos via manifestação do CNED ou conforme as Disposições Permanentes e Transitórias imputadas pela ANFIC (Código de Ética e Disciplina do Filósofo Clínico, Art. 33º).
“O objetivo deste Documento é ser um Instrumento Regimental da Filosofia Clínica, em sua aplicabilidade à área específica da Formação em Filosofia Clínica. Sua natureza pretende ser um instrumento orientador e normatizador das questões relacionadas à Formação dos profissionais da classe. Nele estão estabelecidas normas gerais para a Formação em Filosofia Clínica, com a finalidade de orientar a organização, articulação, desenvolvimento e avaliação das propostas pedagógicas desenvolvidas pelos Institutos e/ou Centros de Filosofia Clínica, responsáveis pela operacionalização da formação, regulados pela ANFIC e auxiliados pelo Conselho Nacional para Assuntos Acadêmicos – CNAA.” (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação em Filosofia Clínica, Título 1 – Apresentação).
Os Cursos Livres de Formação Fundamental em Filosofia Clínica estão abertos a graduados em qualquer área, permitindo uma ampla acessibilidade ao campo da Filosofia Clínica (Diretrizes curriculares nacionais para a formação em Filosofia Clínica – Título II, Formação em Filosofia Clínica).
A Formação em Fundamentos é teórica e voltada para a aplicação metodológica em diversas áreas profissionais, enquanto a Formação em Prática inclui tanto teoria quanto prática, preparando o aluno para a prática terapêutica e o título de Filósofo Clínico.
A formação em Fundamentos da Filosofia Clínica deverá ter carga horária de 432 horas-aulas.
A formação em Prática da Filosofia Clínica deverá ter carga horária total de 700 horas aulas (sendo 400 horas-aulas destinadas a Fundamentação Filosófica da Filosofia Clínica). Sendo pré requisito a Formação em Fundamentos da Filosofia Clínica.
Fonte: (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação em Filosofia Clínica, Título II, Formação em Filosofia Clínica).
Para exercer a docência, depende-se do nível de formação: Especialistas e Filósofos Clínicos podem lecionar em Cursos Livres de Formação Fundamental, enquanto somente Filósofos Clínicos podem lecionar em Cursos de Prática (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação em Filosofia Clínica, Título III, Docência em Filosofia Clínica).
Esses cursos são destinados exclusivamente a Filósofos Clínicos e visam a difusão do conhecimento da Filosofia Clínica para enriquecimento pessoal e profissional. Eles requerem como pré-requisito a conclusão do curso de formação em Prática da Filosofia Clínica (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação em Filosofia Clínica, Título II, Formação em Filosofia Clínica).
Estes cursos são abertos a toda a comunidade, independente de graduação acadêmica, e visam a difusão do conhecimento da Filosofia Clínica, sem exigência de carga horária mínima, abrangendo diversas temáticas da Filosofia Clínica e suas dimensões transdisciplinares (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação em Filosofia Clínica, Título II, Formação em Filosofia Clínica).
O CNAA tem a competência de orientar e aconselhar a ANFIC em assuntos acadêmicos, avaliar “Estágios Supervisionados” dos Cursos Livres de Formação em Prática da Filosofia Clínica, e promover estudos de aprimoramento das Diretrizes Curriculares Nacionais (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação em Filosofia Clínica, Título IV, Conselho Consultivo para Assuntos Acadêmicos e Instituições de Ensino).
Os casos omissos são resolvidos por manifestação do CNAA ou conforme as Disposições Permanentes e Transitórias imputadas pela ANFIC, como consta no documento (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação em Filosofia Clínica, Título V, Disposições Gerais e Transitórias).
O “Estágio Supervisionado” tem como objetivo central a consolidação da aplicação dos conteúdos estudados, oferecendo ao estagiário segurança e suporte psicológico e acadêmico. Ele inclui a supervisão de casos clínicos e é essencial para a formação completa do Filósofo Clínico (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação em Filosofia Clínica, Título II, Formação em Filosofia Clínica).
Existem três tipos de cursos: Cursos Livres de Formação Fundamental, Cursos Livres de Aprofundamento Profissional e Cursos Livres de Formação Continuada, cada um com objetivos e públicos específicos (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação em Filosofia Clínica, Título II, Formação em Filosofia Clínica) e (Estatuto do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica, Art. 4º)
A titulação só é reconhecida pela ANFIC quando os cursos são ministrados por Instituições com registro atualizado na ANFIC ou por Instituições de Ensino parceiras, seguindo as prescrições dos Instrumentos Regimentais da Filosofia Clínica (Estatuto do Filósofo Clínico e do Especialista em Filosofia Clínica, Art. 13º).
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